Estou por aí, estou avulso, a mercê da próxima oportunidade de ser feliz. Juntando fragmentos de mim que encontro jogado nas quinas, cantos e embaixo de objetos pesados e rústicos. Estou aqui, ali, por todo lado, depois que terminar de catar meus cacos partículas e átomos quem sabe eu escolha um novo jogo pra me distrair, ou me acomode a sonhar em algum canto, quem sabe não escreva um conto? Talvez, se nada mais funcionar me desmonto, jogo os pedaços ao vento e recomeço a eterna procura de mim mesmo, sem pressa, desenhando figuras nas paredes recentemente pintadas de branco e assobiando uma canção.
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